Peguei um trem que ia subindo lá, bem lá por trás do monte. Saí dali pegando carona nas asas de um avião de papel. ZUM! Saltei do avião, e quando já começava a queda livre, me descobri gavião e, agora, eu podia voar. Voei, voei muito, até cansar e cair. Quando dei por mim, já era um macaco que pulava feito doido de galho em galho, coçando a barriga e a cabeça. Ê, bangunça! De uma árvore pra outra errei um galho, caí no chão, e... lá estava eu, sapo cururu, na beira do rio. Paisagem bacana aquela! Tentando comer umas moscas, escorreguei no rio, e já era um peixe vivo e sabia nadar. Chuá, chuá, quanta coisa legal tinha ali! De repente fui capturado por uma rede, que me jogou longe, bem looonge, e de frente a um espelho caiu em pé um moço que, no seu reflexo, num era moço, era criança.
Imaginação, pra que te quero!
:)
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2 comentários:
adorei isso!
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