segunda-feira, 31 de março de 2008

Naquela estação, logo ali...

Peguei um trem que ia subindo lá, bem lá por trás do monte. Saí dali pegando carona nas asas de um avião de papel. ZUM! Saltei do avião, e quando já começava a queda livre, me descobri gavião e, agora, eu podia voar. Voei, voei muito, até cansar e cair. Quando dei por mim, já era um macaco que pulava feito doido de galho em galho, coçando a barriga e a cabeça. Ê, bangunça! De uma árvore pra outra errei um galho, caí no chão, e... lá estava eu, sapo cururu, na beira do rio. Paisagem bacana aquela! Tentando comer umas moscas, escorreguei no rio, e já era um peixe vivo e sabia nadar. Chuá, chuá, quanta coisa legal tinha ali! De repente fui capturado por uma rede, que me jogou longe, bem looonge, e de frente a um espelho caiu em pé um moço que, no seu reflexo, num era moço, era criança.

Imaginação, pra que te quero!

:)

2 comentários:

leoneto disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Raven disse...

adorei isso!